Redes sociais e o evangelismo

Olhando para o futuro, eu não consigo deixar de enxergar para onde as mudanças de hoje estão nos levando, principalmente no que diz respeito a relacionamento humano, e a Internet (quem diria…) esta mudando radicalmente a forma de relacionamento da humanidade e tudo que podemos fazer é aprender algo com tudo isso, e tirar proveito do que é possível! A Internet não é mais uma rede de computadores, e sim uma rede de pessoas, interconectadas, mas ao mesmo tempo isoladas.Não existe um lugar na Internet onde todos se encontram (esqueça! o Google não é faz esse papel), as pessoas fazem parte de um mesmo “ciberespaço”, de uma Internet global, mas ao mesmo tempo estão isoladas em suas comunidades, se afiliando, seguindo e sendo seguidas, ou postando (ou tuitando) para seus pares, pessoas que de forma quase “magnética” se encontram ao redor de algo em comum. Como as pessoas estão conectadas entre si, surgem as Redes Sociais, que aos poucos, vão se definindo como uma imensa praça global em que o ímã da afinidade coloca iguais no mesmo grupo fortalecendo suas próprias habilidades, conhecimentos e suprindo carências das mais variadas formas. O grupo se torna mais forte à medida que mais pessoas com a mesma sintonia a ele se agreguem. Para utilizar as redes sociais, de certa forma é preciso agir como na nossa vida real.

É preciso tomar alguns cuidados com privacidade e transparência. Ao contrário do que muitos pensam, que na internet todos são anônimos ilustres, na realidade, a transparência fala mais alto. Qualquer informação enganosa é descoberta rapidamente e a crítica pode ser postada (e permanecer pública na posteridade) em algum blog ou site, manchando por muito tempo a imagem que se demora tanto para construir. Em vista disso, utilizar uma rede social significa estar próximo desse público-alvo, conhecê-lo melhor, mostrar que é uma instituição que se preocupa com pessoas, se tornar uma “persona”, não simplesmente uma instituição fria e sem atributos humanos. Uma boa estratégia de redes sociais humaniza a marca e a torna mais próxima de seu público e mais amigável a seus seguidores. Muitas empresas e instituições, porém, ainda não estão sabendo trabalhar sua imagem corretamente em redes sociais.

Criar um perfil institucional, formal e frio não condiz com tal estratégia. Redes sociais, como o nome diz, privilegiam o social, a pessoa, o indivíduo. O melhor é uma empresa ter um representante humano, uma pessoa que seja a “humanização da própria empresa” e que tenha suas opiniões, suas críticas (algumas delas sobre a própria empresa) e que inspire discussões e modere informações. Trabalhar redes sociais é uma tendência simplesmente porque o mundo é feito de pessoas. A Internet, como ferramenta natural de interatividade destas, não poderia deixar de seguir tal caminho. Assim, a web deixa de ser uma ferramenta para ser um ambiente, e este depende das ações tomadas pelas pessoas – que se comunicam, se informam, compram e se divertem na web.

E baseado em tudo isso penso: Como falar de Jesus nesse novo ambiente impessoal e ao mesmo tempo tão pessoal e direto? Será que devemos continuar a falar de Jesus tão somente pelas vias “tradicionais” até aqui usadas? Eu não quero encerrar esse post com a resposta final, gostaria sim, que a rede construísse a resposta. Agora, sem dúvida, é tempo de falar de Jesus na Internet! Na web, “o total é sempre maior que a soma das partes”, juntemos e pensemos em como espalhar o nome de Jesus na grande rede de pessoas chamada INTERNET!
Rodrigo Dorval
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