#BEDA 12 | O Reino entre nós

Olá pessoal!

Como este post é para sexta-feira (está atrasado), citarei um livro. Esclareço que não se trata de uma resenha, apenas uma opinião pessoal, um resumo do livro e o motivo de indicá-lo. Hoje quero falar sobre “O Reino entre nós“, cujo subtítulo é “Transformação de comunidades pelo Evangelho Integral“. Seus autores são Maurício Cunha e Beth Wood e foi lançado em 2003 (a edição que li é a 3ª, de 2009).

A sinopse:

“Contrariando o pensamento comum, os pobres servem de exemplo para nós, e não o oposto. É um dos paradoxos do reino de Deus. A viúva pobre, que ofertou a Deus as únicas moedas que possuía, serviu de exemplo para os discípulos (Mc 12.41-44).
Uma das definições mais interessantes de desenvolvimento comunitário é ‘trabalhar para o êxito dos outros’. Isso exige maturidade e desprendimento por parte do discipulador. O agente de desenvolvimento sábio faz com que o povo se envolva no processo de maneira participativa, de forma que as pessoas da comunidade sintam que o trabalho é delas.
Quando implantamos nossos projetos sociais apenas para nos dar o direito de evangelizar as pessoas, estamos usando a necessidade do povo para fazer valer o nosso discurso.”

O livro começa explicando o compreende o Reino de Deus e a sua visão a partir da criação, queda e redenção; também fala de cosmovisão (como enxergamos a realidade e o mundo) e as diferentes formas existentes entre as pessoas. Depois o foco passa a ser a visão sobre as comunidades, incentivando a conhecê-las e compreendê-las, observando suas realidades, para que se encontre a melhor maneira de introduzir o Evangelho Integral. Há uma parte que fala sobre pobreza e as suas consequências, definindo-a e mostrando o contexto bíblico sobre este assunto. Daí, há sugestões de como se pode trabalhar para que as pessoas conheçam a mensagem do Evangelho, não apenas com palavras, mas com ações, para que tenham uma mudança de vida tanto espiritual quanto física e mental, para que a manifestação do Reino de Deus não apenas sentida ou ouvida e sim vista.

Há um pensamento do pastor Carlos Queiroz (de Fortaleza – CE) sobre o livro que gostaria de citar:

“Não existe resposta, uma prática uniforme, um jeito estaque para se responder a todas as situações e necessidades sociais de uma sociedade pobre. Portanto, “O Reino entre nós”não deve ser reduzido a uma cartilha de trabalho. É muito mais a partilha de uma vivência, a compartilhar de ideias e ideais, a explicação de crenças e valores, à luz do compromisso e cosmovisão, que neste caso, considero de relevância e preciosidade”.
Então, o livro não é um simples manual de instruções, mas sim, uma leitura que incentiva a executar ações para que possa se trabalhar a mensagem do Reino na sua realidade social (no caso do livro, as comunidades carentes).”

Eu o li no ano passado, durante a viagem para a Convenção da FUMAP (eu viajei de ônibus e o percurso foi bem longo). Terminei quando voltava para casa. Foi uma leitura bastante edificante para mim. Espero poder um dia praticar o que aprendi. Indico este livro para quem se interessa sobre o assunto.

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