Bibliotecas incendiadas: os livros são um perigo?

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“Biblioclasta” é o termo utilizado para designar quem não respeita e destrói livros.

Na história mundial, há muitos casos de incêndios criminosos em bibliotecas. Esses ataques visam o terror e a destruição, normalmente, de um patrimônio de valor incalculável. São motivados por ódio político, religioso, ideológico, fanatismo, terrorismo, loucura. Queimar livros, deletar a escrita de um povo, é apagar da memória presente e futura boa parte de sua história e testemunho. Há inúmeros relatos de bibliotecas queimadas na Antiguidade. Era uma forma de vingança, e continua até hoje. As bibliotecas são alvo certo nos conflitos bélicos.

Em abril de 2003, houve um incêndio criminoso à Biblioteca Nacional de Bagdá e à Escola de Estudos Islâmicos no Iraque. Na biblioteca, havia tesouros que jamais poderão ser recuperados. O atentado foi cometido por “saqueadores”. “O Palácio da Sabedoria” havia sido construído em 1961 e abrigava o Centro Nacional de Arquivos.

Reconstruída a biblioteca, hoje o acervo está digitalizado para evitar futuras perdas, já que as ameaças terroristas continuam. Foto do incêndio:

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Também foi incendiada em 2003, a biblioteca da Universidade de Basora no Iraque:

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Os livros educam, doutrinam, expandem, mexem com o psicológico das pessoas. Leitura é poder. Livro é uma arma. Ainda tem alguma dúvida do perigo que são os livros?

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